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O CAMPEÃO DO ANO

10 de January de 2011

O ano de 2010 foi surpreendente para a Associação Desafio. Começou difícil com as indecisões do Velopark e deslanchou em Tarumã, transformando-se no maior campeonato da AD em número de participantes e também no mais disputado. Provavelmente o mais difícil até este momento.

Foi este cenário que viu, aos poucos, emergir um novo campeão. Alexandre Kroeff e seu Maverick branco escreveram uma nova página na história da AD ao ser o primeiro carro não turbo a vencer o campeonato. A previsão de que isso pudesse acontecer sempre foi considerada como uma questão de tempo, pois os carros v8 com sua confiabilidade e potência sempre foram adversários fortes em potencial. Mas os anos iam passando e, ao final, a realidade sempre mostrava um carro turbo revelando grande eficiência.

Campeão de 2007 e 2009, Sérgio Fontes (Gol Turbo) e campeão de 2008, Felipe Hill (Puma GTB Turbo)

Em 2010 a história tomou um novo rumo. Com o campeonato indo para Tarumã, muita coisa mudou. A primeira e de maior influência foi a metragem da pista, que passou para 201 m. A segunda, não menos importante, foi a necessidade de uma pilotagem eficiente para fazer frente às dificuldades apresentadas por uma pista que é levemente em subida e com um asfalto que no início tinha pouca aderência. Desde o princìpio, Alexandre mostrou que era um dos mais aptos para interpretar a maneira como a pista tinha de ser encarada.

Conversando no box, ele dizia que estava tendo todo um aprendizado novamente, pois não era mais possível fazer como no Velopark que era “espetar o pé e sentir o carro pular pra frente”. Em Tarumã, a missão era outra: fazer o carro “deslizar” para frente com suavidade e força ao mesmo tempo. Essa leitura fez com que o Maverick melhorasse suas marcas a cada etapa e fosse subindo cada vez mais no confronto com seus oponentes. Em mais de uma vez o carro teve praticamente o mesmo tempo de pista que seus adversários diretos, mas vitórias, pontos e tempos melhores vieram justamente pela eficiência da dupla Maverick/Kroeff na pista.

O público respondeu, transformando o Maverick em um de seus carros preferidos. A cada burnout do V8, respondia com uma algazarra na arquibancada. Bonito de se ver. A temporada foi caminhando e Alexandre colocou o carro em todos os TOP16, foi o melhor v8 do ano em desempenho e resultados, sendo o mais rápido de todos os que passaram por Tarumã. Ainda não foi em 2010 que venceria seu TOP 16, mas esteve muito perto disso. Seus torcedores mais assíduos, como o Igor da Smarttech, tinham convicção que em pelo menos duas etapas o Maverick esteve com a vitória no Top na mão. Mas não foi bem assim.

Em compensação, o bom trabalho dentro e fora da pista ia rendendo dividendos (pontos). Mesmo quando na terceira etapa Alexandre “queimou” uma largada válida em uma disputa com o Eclipse dos Irmãos Andreis, ele não ficou fora da briga. Kroeff erra pouco e não lhe faltou determinação para tentar vencer seus adversários diretos. O Eclipse era um deles. Assim, cada oportunidade não deve ser desperdiçada… Sua melhor opção para derrotar o Eclipse na pista era fazer uma grande largada, e isso Alexandre tentou, mas não foi bem sucedido. Foi um momento com gosto amargo, porque ele sabia que poderia ter dado adeus ao campeonato ali.

Seus adversários também cometeram erros e, ao final, o equilibrio foi se mantendo. Um destaque que trouxe vida à competição foi a disputa com Gustavo Stock do surpreendente Fiat 147. O Maverick é mais rápido que o Fiat, mas em pelo menos dois enfrentamentos diretos, na pista os dois fizeram basicamente o mesmo tempo. A diferença na pilotagem foi determinante, como mostraram os números gerados pela cronometragem e Kroeff, ao final, lá no retorno, chega na orelha do Gustavo e diz:” 2 a 0 pra mim…” O Gustavo não ficou muito feliz – e não era para ficar mesmo – mas chegou à compreensão de que aquilo era o reconhecimento de que era um bom adversário. Esta é uma luta de David e Golias que ainda não acabou e promete novos rounds em 2011. Por enquanto o V8 está vencendo!

Outra disputa antiga, que vem lá de 2008, é entre o Gol de Fontes e o Maverick. Fontes é um bi-campeão, vencedor do TOP 16 em 402 e 201m e não precisa mais apresentação que isso. Já havia vencido o Maverick em duas oportunidades nas finais, e novamente estavam frente a frente nas eliminatórias da última etapa do ano. Nenhum dos dois queria perder e eu posso garantir que se fez silêncio ali na pista quando os carros se lançaram para a marca dos 201 em Tarumã. Nem o pessoal do Fontes e nem o do Kroeff piaram enquanto a sinaleira não piscou mostrando a pista vencedora. E no fim deu o V8. Como se diz na terminologia esportiva, essa “mochila” Alexandre tirou das costas. E lá embaixo, na espera do retorno, falou pro Fontes, “tá 2 a 1 agora”. Todos conhecemos o Fontes e ele não vai deixar barato.

Foi o maior campeonato e com um novo vencedor. Podemos dizer que de uma escola um pouco diferente da que predominou até aqui. Mas em comum a outros campeões, tem as noites de trabalho e dedicação, a presença constante na pista e a ajuda dos amigos para que as coisas possam acontecer. É um novo nome que vem se somar a (por enquanto) pequena lista dos que vieram para vencer na AD.

A história é contada através da visão dos vitoriosos.

Parabéns Alexandre Kroeff, o novo Campeão da Associação Desafio.

TOP16 Final

12 de December de 2009

No final da noite, os dezesseis melhores carros se agruparam no alinhamento da reta do Velopark para a realização do TOP16 da Associação Desafio. O início do dia prometia muita disputa: Fabio Andreis da equipe GSX levou para pista o Eclipse recordita da AD desde 2007, e até hoje único piloto do grupo a andar na casa dos 10s.

Também estavam inscritos o Maverick de Jean Peluso que tem o melhor tempo de 11,9s, o Gol de Fabio Benassi com o melhor tempo de 11.6s, o Eclipse GSX de Rafael Andreis que tem o melhor tempo de 11.2s, o Astra de RaFastra Pires que também tem o melhor tempo de 11.2s, Sérgio Fontes com seu Gol Turbo que tem o melhor de 11,1s e Demétrio Coradi, que tem o melhor de 11,0s!

Portanto, havia sete carros dentro dos onze segundos nos 402m, e outros com reais chances de entrar, como o Fiat147 turbo que marcou 12,1s a 186 km/h. Estes eram os pilotos favoritos antes mesmo de começar a competição.

Mas a pista fez suas vítimas, e pela primeira vez no ano, nenhum dos Eclipses da equipe GSX pode participar do TOP16. Demétrio Coradi também teve problemas e mesmo brigando até o final, não conseguiu levar o famoso Corsa branco para as eliminatórias.

Com estes competidores fora, muitos poderiam achar que a final tinha caído no colo de Rafael Pires (classificado em 2º) e Sérgio Fontes (classificado em 1º), já que estes pilotos eram os mais rápidos e seguindo a chave só poderiam se enfrentar na grande final.

Então começaram as eliminatórias…

Preocupados com o menor espaço no canal devido as obras do circuito no Velopark, desta vez a AD alinhou os carros com seus pares já na descida do canal, pela ordem da chave. Isto trouxe uma maior agilidade à competição, além de facilitar a vida dos competidores, que nunca gostam muito de ficar manobrando em espaços apertados carros com embreagens duras e pneus murchos.

No primeiro acelera, Sérgio Fontes venceu Pedro Buchabqui, que pela primeira vez competia em um TOP16 com seu Astra Sport nitro, de cor prata.

Pedro Buchabqui - Astra nitro

Astra do Pedrão, de primeira classificado para o TOP16 da AD

Logo em seguida já estavam aquecendo os pneus Milton Petry com o Voyage 83 e Jéferson Saldanha no Chevette amarelo de Santa Cruz do Sul. Os dois pilotos também competiam pela primeira vez no TOP16. Na arrancada Jéferson queimou, o que não impediu Petry de fazer o melhor tempo do seu carro até então.

Equipe Cheetos

Chevette veio com a equipe de Santa Cruz do Sul, e o fotógrafo Jéferson encarou a pilotagem do auto nos 402m.

Na sequência Felipe Fontes, de Montana turbo, alinhou com o Astra turbo de Fabiano Krentz. Felipe já havia levado a Montana ao seu melhor tempo até então, mas isto não foi suficiente para vencer uma das surpresas da noite.

O Astra de Krentz marcou um 13,0s e seguiu adiante na competição, Felipe ficou na assistência de seu irmão, que seguia na competição.

Montana Turbo - Felipe Fontes

Felipe marcou um novo recorde para a Montana, mas promete mais melhorias para a temporada 2010.

O quarto acelera da noite foi entre os dois Guilhermes classificados: Baumer e Britz. Britz, que passou o ano buscando tempos na casa dos doze altos, também promete melhorias na “Parata” para 2010. Nesta etapa, Guilherme se classificou em 13º entre os dezesseis melhores.

Já o Chevette Hatch branco de Guilherme Baumer que veio do interior do estado para competir, testando um novo acerto de diferencial,  marcou 12.6 e continuou na briga.

Guilherme Britz - Parati Turbo

Guilherme anúncia que a Parati irá receber modificações para acelerar na ponta na temporada de 2010.

Logo após, Fábio Benassi colocou o seu Gol G3 turbo vermelho ao lado do Maverick de Alexandre Barcelos para o quinto acelera da eliminatória. Benassi, pela primeira vez no 11s, foi para seu terceiro TOP16.

Alexandre melhorou o tempo do seu Maverick desde a última etapa e mostrou-se satisfeito por participar de sua primeira competição no estilo mata-mata. Esperamos o Maverick, cada vez melhor, nas pistas em 2010!

Benassi venceu o acelera e seguiu adiante. Neste link, um vídeo da disputa: http://www.youtube.com/watch?v=Z9vYdV6hysQ

Alexandre Barcelos - Maverick V8

Alexandre em frente ao seu Maverick V8, momentos antes de alinhar para a sua disputa no TOP16 da AD

Na ordem, o próximo foi: Gustavo Stock (Fiat 147) x Diego Zottis (Camaro). Carros bem distintos para o sexto acelera da noite. Diego Zottis com seu lindo Camaro vermelho competiu pela primeira vez no TOP16 e de cara pegou uma pedreira. O Fiat de 300cv que agora conta com nitro acelerou nos 12s e venceu a disputa.

Camaro V8 - Diego Zottis

Camaro V8 de Diego Zottis - com um par de pneus slicks pode trazer muita dor de cabeça aos seus oponentes

A sétima disputa foi entre dois conhecidos personagens do meio na região de Porto Alegre: Leonardo Padilha com seu Opala 6 cilindros e Bernardo “Schimia” com seu Gol GTi turbo.

Schimia não deu sua melhor puxada, mas Padilha acabou queimando a largada, se adiantando um pouco na reação. O fator reação classificou Bernardo com segurança pela primeita vez na noite.

Opala de Padilha, segundo o piloto tentou montar um carro para andar o máximo possível gastando o mínimo possível.

Opala de Padilha, segundo o piloto tentou montar um carro para andar o máximo possível gastando o mínimo possível.

O último acelera da primeira fase, dois Chevrolet: Astra de Rafastra x Chevette de Tarso Pedroso. O Chevette turbo, que já participa de provas da AD desde 2007 em Tarumã, classificou-se para o TOP16 e o piloto mostrou personalidade ao encarar o veterano em TOP16, RaFastra, em sua primeira participação.

Mas Rafastra acelerou forte e venceu, porém não saiu ileso – teve problema em uma vela de ignição.

Piloto encarou com personalidade o acelera contra o Astra com seu Chevette Turbo

Piloto encarou com personalidade o acelera contra o Astra com seu Chevette Turbo. Tarso compete em provas da AD desde 2007.

Quarta de final:

Sérgio Fontes alinhou com Milton Petry e venceu, mas o Gol não apresentou seu melhor desempenho. Ficou a dúvida se havia algum problema ou se Fontes estava poupando equipamento.

Petry Júnior acelerou forte seu Voyage: tempos na casa dos 12s nos 402m

Petry Júnior acelerou forte seu Voyage: tempos na casa dos 12s nos 402m foram uma boa na última etapa de 2009

No segundo acelera da quarta de final a surpresa apareceu pela primeira vez na noite. Novamente acelera de Astra x Chevette, porém agora diferentes modelos e diferente favorito. Guilherme Baumer com seu Chevette Hatch tinha tempo melhor até então, mas foi eliminado pelo piloto novato em TOP16, Fabiano Krentz.

Fabiano marcou um tempo de 12.6 com uma excelente reação de 0.035s em seu Astra turbo, enquanto o piloto do Chevette marcou 12,9 de pista, mas teve uma reação de 0.581s. Segue o Astra.

O Chevette Hatch andou bem na última etapa, tempos na casa dos 12s para o piloto que vem do interior competir no VP

O Chevette Hatch andou bem na última etapa, tempos na casa dos 12s para o piloto que vem do interior competir na prova da AD.

O terceiro acelera da quarta de final era um duelo marcado: Fábio Benassi x Gustavo Stock. Benassi teoricamente era o favorito, pois vinha de um tempo de 11.6 durante as classificatórias, mas uma quebra de semi-eixo no Gol, um novo ajuste no Fiat que já havia estabelecido seu novo recorde e uma rivalidade iniciada na edição anterior do TOP16 em Guaporé, e fomentada durante a semana, faziam deste um dos aceleras mais esperados da noite.

Ambos com pneu slick, o Fiat arranca melhor com 60 pés na casa dos 1,8s, mas o piloto do Fiat tem uma reação de 0.654s, o que coloca o Gol na frente. Ambos terminam primeira marcha e o Gol abre quando Gustavo deixa escapar a segunda. No final Benassi vence com um total de 12,3s.

Fiat 147 Turbo - Gustavo Stock

Gustavo marcou o melhor tempo do Fiat na última etapa: 12,1s! E também novo recorde de velocidade: 186km/h nos 402m.

O último acelera da quarta de final surpreendeu a todos novamente. A equipe de RaFastra, que venceu o último TOP16 no Velopark, estava tentando resolver os problemas de vela de ignição da disputa anterior a tempo, mas não teve jeito. Com o prazo máximo de dez minutos se esgotando, o piloto foi para o alinhamento em três cilindros. O seu oponente, Bernardo Schimia, teve de completar o óleo de seu carro antes do acelera, que foi cordialmente cedido pela equipe de RaFastra.

Mas na pista a disputa foi dur,a e Schimia venceu marcando um 12,8s de pista. RaFastra fez o que pode em três cilindros e marcou um 12,9s de pista, mas uma reação de 0.320s adicionaram muito ao tempo total. Schimia seguiu adiante.

Rafastra analisando o log de uma de suas puxadas, antes do TOP16

Rafastra analisando o log de uma de suas puxadas, antes do TOP16

Semi-Final:

E sem descanso, segue a disputa: Fabiano Krentz pega mais um favorito, Sérgio Fontes. E o resultado novamente não poderia ser mais inesperado…Fabiano emplaca uma reação de 0,001s, e Fontes com um problema em sua válvula de alívio não consegue um bom tempo e vê o Astra de Krentz vencer mais uma e se classificar para a final.

Por pouco Fontes não ganhou o seu bi-campeonato e a última edição do TOP16 de 2009

Fontes, que ganhou o seu bi-campeonato, por pouco não venceu também a última edição do TOP16 da temporada de 2009

Na outra semi-final, Fábio Benassi enfrenta Bernardo “Schimia”. O melhor tempo do Gol de Benassi é mais de um segundo mais rápido que o do Gol de Schimia, e após enfrentar problemas de semi-eixo nas classificatórias e resolver com a assistência da sua equipe, todos na pista apontam Benassi como o novo favorito à vitória. Mas a corrida de enfrentamento direto traz novamente uma surpresa, quando Schimia marca uma reação de 0,022s e Benassi queima a largada.

Gol turbo de Fábio Benassi, pela primeira vez nos 11s nos 402m...e pela primeira vez em uma semi-final de TOP16

Gol turbo de Fábio Benassi, pela primeira vez nos 11s nos 402m...e pela primeira vez em uma semi-final de TOP16

Na volta da reta, Schimia pensa que perdeu e quase vai embora, sem entender bem o que estava acontecendo. Após ser alertado de que iria para a final, ele pergunta: “mas como, o Gol do Benassi chegou na minha frente!”. Após ser informado que Benassi havia queimado, ele ficou muito feliz, mas disse que seu carro precisava abastecer para o acelera final.

Final:

Membros da AD solicitam a Custódio Almeida da equipe One4Seven álcool para o Gol, e Custódio não só cede o combustível como ainda faz questão de abastecer o Gol o mais rápido possível, na volta da reta.

Carros prontos, ambos pilotos novatos em TOP16 vão para o alinhamento. Neste ponto qualquer um já havia desistido de apontar um favorito.

Logo após arrancarem, todos olham impressionados para as parciais: 8,6 para os dois carros nos 201m! No final da reta passam junto, impossível dizer um vencedor sem olhar o placar: melhor tempo de pista de Bernardo Schimia, 12,775. Tempo de pista do Astra de Krentz: 12,849!

Mas o placar pisca para a pista do Astra, indicando que o vencedor foi Krentz, com um tempo total (pista + reação) de 12,888, contra 12,988 de Schimia.

E esta diferença de um décimo veio exatamente da excelente reação de Krentz: 0.037s! Em quatro aceleras até a vitória, o piloto fez duas reações na casa dos 0,030s e uma de 0,001s. Mostrou muita concentração e levou o troféu do TOP16 com um carro forte e constante. Além do tradicional troféu de alumínio fresado em centro CNC oferecido pela Smarttech, também levou para casa um kit da Imohr, com boné, camiseta e um tanque de óleo.

Com certeza, esta foi uma das edições mais emocionantes do TOP16, onde os favoritos foram sendo derrubados um a um até a final.

Schimia avançou até a final do TOP16 com seu Gol GTi turbo, acelerando na casa dos 12s em 402m.

Schimia avançou até a final do TOP16 com seu Gol GTi turbo, acelerando na casa dos 12s em 402m.

Krentz levou para casa o troféu do TOP16, esculpido em alumínio pela STT - Smarttech

Krentz levou para casa o troféu do TOP16, esculpido em alumínio pela STT - Smarttech e kit da Imohr Technic & Design

Ficamos agora no aguardo de um relato feito por Krentz de sua vitória no TOP16, para publicarmos no site da AD

Ficamos agora no aguardo de um relato feito por Krentz de sua vitória no TOP16, para publicarmos no site da AD.

Aqui a chave final do TOP16 da AD, disponibilizados no site da Produpark, empresa de Jaime Kopp, responsável pela cronometragem dos melhores eventos de arrancada do RS (link em pdf).


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