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TOP16 – Noite do Desafio 2

31 de Agosto de 2010

Na madrugada de sábado para domingo os 16 melhores carros e pilotos da ND2 se reúniram no inicio da reta de 201m do autódromo de Tarumã para definir quem seria o grande vencedor da competição.

Como já é tradicional, alguns carros não conseguiram chegar funcionando até o fim da noite, tendo que ceder o lugar para o próximo na lista. Este tipo de competição acaba selecionando os mais rápidos e mais constantes.

Com o número limitado de inscritos e com a cronometragem da Produpark, as classicatórias foram mais organizadas do que na ND1, acabando mais de uma hora mais cedo.

Se na ND1 a qualidade dos carros foi uma surpresa, esperávamos manter este nível na ND2, e a premiação em dinheiro era o combustível para isto. E não deu outra – o melhor grid de 16 carros já formados até hoje, com direito a quebra de recorde dentro da competição.

A premiação funcionou da seguinte maneira: cada vitória dentro da competição levou R$ 100,00, na hora. A vitória na final levou R$ 300,00.

Como disse o anúncio da rádio para a ND2: turbo, nitro, v8 e aspirado. Tinha para todos os gostos, e o torcedor, desde o leigo até o mais especializado, pode se identificar e torcer por algum dos participantes.

A disputa começou assim:

O belo Camaro vermelho novamente estava presente nas oitavas de final do TOP16, desta vez com um tempo melhor do que da ND1. Pista tratada, cronometragem apurada e uma clara evolução dos pilotos em relação a compreensão do grip da pista baixaram os tempos de praticamente todos os participantes.

Diego Zottis não foi diferente e chegou perto dos 8s em 201m com o V8 de 283 polegadas, que não usa pneus especiais de arrancada e tem preparação aspirada.

Mas a vitória foi tranquila de Paulo Rebelo, finalista e segundo colocado na ND1. Ganhou 100 reais e seguiu para as quartas.

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O segundo acelera eliminatório das oitavas de final foi:

O Gol de arrancada de Rodrigo Kingeski classificou-se acelerando na casa dos 8s para o TOP16. Porém, enfrentou o 5° colocado na classificação, Bruno Pianca, que mostrou evolução desde a ND1 e marcou tempo na casa dos 7s.

O Fusca AP Turbo prateado de Bruno foi um dos cinco carros a marcar os 60 pés dentro da casa dos 1,9 segundos nas classificatórias, uma boa marca na reta em aclive de Tarumã.

Segue Bruno para as quartas, com 100 reais no bolso.

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O terceiro acelera eliminatório das oitavas de final foi:

Dois competidores que desceram a serra gaúcha se enfrentaram nas oitavas.

Douglas Carbonera trouxe o seu famoso Opala SS laranja aspirado. Com os pneus de competição o Opala não decepcionou na classificatória e fez 7.9s nos 201m, suficiente para classificar o piloto em quarto colocado.

Seu oponente, Rodrigo Pulita, veio com seu belo Dart branco, calçado com pneu M/T, empurrado por um forte motor v8 e um kit NOS.

Confiram o vídeo do acelera abaixo:

Melhor para o Opala, que venceu a acirrada disputa na pista. Porém problemas mecânicos impossibilitaram que o Opala fosse adiante na competição. Pela regra de quebra o Dodge poderia assumir a sua posição nas quartas.

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O quarto acelera eliminatório das oitavas de final foi:

Este acelera sempre é o mais disputado – o oitavo e o nono classificados são os que tem os tempos mais próximos um do outro. Os carros pouco similares, porém compartilhando a mesma mecânica – AP Turbo.

O Professor Fontes, vencedor do TOP16 da ND1 tinha um tempo total mais baixo e escolheu a pista de cima.

“Passarinho”, ficou na pista do muro. O piloto do Fusca preto melhorou o visual do auto desde a ND1, agora com uma asa traseira sobre o motor e uma sinaleira.

Fontes, apesar de não caprichar na reação, pega na veia e coloca o Gol nos 7,9s, primeiro carro tração dianteira da AD a andar nos sete em Tarumã. Também, o único do dia.

Vence, coloca R$100 no bolso e segue para as quartas, onde deveria enfrentar o Opala de Carbonera. Problemas mecânicos no carro do oponente garantiram vitória por W.O. para Fontes, que com mais R$100 na carteira tem caminho livre até a semi-final.

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O quinto acelera eliminatório das oitavas de final foi:

Um dos carros favoritos do público aparece novamente entre os 16 melhores. Classificado em 3°, Alexandre Kroeff traz seu Maverick branco para o alinhamento. O auto, que parece saído direto de uma arrancada americana impressiona o público com o seu visual, som e performance…e é claro, os burnouts.

O seu oponente nas Oitavas é o impecável Chevrolet Malibu azul de Luciano Senhem, que sem os pneus Hoosier não conseguiu fazer frente ao V8 Ford.

Melhor para Kroeff, que ganha R$100 e segue para as quartas de final.

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O sexto acelera eliminatório das oitavas de final foi:

Gustavo, que se classificou para o TOP16 da ND1 e acelerou mesmo com problemas mecânicos no pequeno Fiat, desta vez fez a lição de casa e trouxe o carro no ponto certo. O auto marcou tempo nas classificatórias na casa dos 8,2s.

Seu oponente, Johelmar Brum, pela primeira vez acelerou em um TOP16. O excelente Gol era um dos poucos dentro do TOP16 sem pneus de arrancada.

Porém, o piloto teve alguma dificuldade que acabou prejudicando sua saída, o que garantiu a vitória tranquila do 147:

Segue Gustavo Stock e o Fiat 147 branco para as quartas de final, com R$100 de premiação.

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O sétimo acelera eliminatório das oitavas de final foi:

O Chevette Hatch AP Turbo preto que acelerou na ND1 voltou com mais força na ND2. O piloto Alex Machado e seu pai comandavam a equipe do auto que marcou tempo de 7.9s nas classificatórias.

O seu oponente nas oitavas é o lindo Passat Pointer vermelho de Gilberto Quadros, preparado pela Overboost. O auto calçado com um par de pneu M/T na dianteira marcou tempo de 8.6s nas classificatórias.

Na hora do rolo, os carros que contam com a mesma mecânica apresentavam um som bem diferente um do outro, mostrando diferenças na preparação.

Problemas ao engrenar a primeira marcha no Passat garantem uma vitória tranquila ao Chevette de Alex Machado, que passa para as quartas de final com R$ 100.

Nas quartas, Alex enfrentaria o Eclipse GSX dos irmãos Andreis. Porém problemas mecânicos no Eclipse deixaram o caminho de Alex livre até a semi-final, e com isto, ganhou mais R$ 100,00 pela vitória por W.O.

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O oitavo acelera eliminatório das oitavas de final foi:

A equipe GSX voltou ao TOP16 classificando o carro de Rafael Andreis com o tempo de 7,7s de pista somados a .771 de reação, o que colocou o piloto em sexto.

Cotados como um dos favoritos, enfrentaram o Gol Turbo de Dionatan Cantarelli, que marcou tempos de 8.6s nas classificatórias.

O piloto do Gol teve uma reação melhor, mas o Eclipse pulou na frente na saída, o que deve ter tirado a concentração do Dionatan que não conseguiu repetir o tempo das classificatórias.

O Eclipse assumiu a frente e venceu a corrida com o tempo total de 8,7s, mas problemas mecânicos no auto impediram a equipe de prosseguir na competição.

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Quartas de final:

Com dois dos classificados fora de combate nas quartas, a disputa na pista ficou entre Paulo Rebelo x Bruno Pianca e Alexandre Kroeff x Gustavo Stock.

Bruno teve problemas no carro logo na arrancada, o que acabou facilitando a vida de Paulo Rebelo, que ganhou mais R$100 e se classificou para a semi-final.

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O outro acelera eliminatório das quartas foi:

Dois favoritos do público se enfrentaram na pista. Com preparações completamente diferentes, os números indicavam que Kroeff era favorito com o Maverick.

A disputa, no vídeo abaixo:

Melhor para o V8, que garante mais R$ 100 para Kroeff e uma vaga na semi-final.

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Semi-final:

A semi-final pegou fogo na pista, com direito a quebra de recorde e disputa sendo decidida nos 50m finais.

Na ND1 este duelo aconteceu na final, e quem levou a melhor na ocasião foi o professor Sérgio Fontes, faturando o primeiro TOP16 realizado em Tarumã.

Agora na ND2, além da experiência, o bi-campeão Fontes tinha acabado de marcar o seu recorde em Tarumã, entrando na casa dos sete.

Porém Paulo Rebelo não estava disposto a perder novamente, e vinha das quartas com o tempo de 7,2s de pista.

Mas esta competição não requer apenas bons tempos na pista, requer um carro constante e um piloto com boas reações.

Os dois meses desde o último confronto deixaram Paulo afiado, os 0,072 segundos de reação precederam o novo recorde da AD para 201m: 6,898 de tempo de pista.

Uma vitória fulminante para Paulo, que segue com confiança para a final, com mais R$100,00 no bolso.

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O outro acelera da semi-final foi:

Ambos carros tinham o melhor tempo de 7,9s de pista. Kroeff, que vinha de um tempo mais baixo, escolheu a pista de cima. Alex Machado deu uma vacilada, mas logo foi para a pista do muro e preparou o Chevette.

Vejam no vídeo o resultado:

Como disse o experiente narrador Perna – custou a vitória. Alex Machado pulou na frente na reação, mas o Maverick chegou a ultrapassar de segunda. Ao colocar a terceira, a vitória foi para o Chevette, que recuperou a frente no erro do adversário.

Mais R$100 para Alex e a final contra Paulo Rebelo.

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FINAL:

Pela primeira vez no TOP16 os oponentes da final tem o mesmo carro. E a maior coincidência – ambos AP Turbo. Se a final só de Chevette foi uma surpresa para muitos, não foi para Paulo e sua equipe, que trabalharam forte no acerto do carro nas semanas antes da competição.

Alex, que não chegou a entrar no TOP16 da ND1, estreou com sorte, mas os seus tempos mostram que o equipamento tem o que precisa.

Vídeo da final, que valeu mais R$ 300,00 ao vencedor e mais R$100,00 ao segundo colocado:

Alex foi para o tudo ou nada e acabou queimando a reação, entregando a vitória para Paulo, que não tirou o pé e fez mais uma arrancada de deixar o pessoal de cabelo em pé na beira da pista. Não conseguiu repetir o melhor tempo, o Chevette acabou tendo um problema de junta segundo a equipe.

Vitória merecida de Paulo e equipe, que levaram R$700,00 para casa de premiação, um troféu especial do Racha Tarumã e a tradicional biela de alumínio, usinada em torno CNC pela SMARTTECH, desta vez anodizada em dourado.

Confiram quanto cada piloto levou de premiação para casa no TOP16:

Alex Machado, R$ 400,00.

Alexandre Kroeff, R$ 200,00.

Sérgio Fontes, R$ 200,00.

Gustavo Stock, R$ 100,00.

Rafael Andreis, R$ 100,00.

Bruno Pianca, R$ 100,00.

Para conferir todos os vídeos do TOP16 em sequência, basta clicar neste link do playlist:

http://www.youtube.com/user/associacaodesafio#p/c/4451E89B61D25549/0/CQJmP3wJwH8

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A Associação Desafio agradece a todos os participantes do evento, que tiraram os carros das garagens e oficinas e colocaram para derreter na pista.

Agradece a presença em massa do público pela segunda vez consecutiva, que mesmo em uma noite fria (menos de 10c°) lotou o autódromo – novo recorde de público no ano de 2010.

Agradece ao Autódromo de Tarumã, principalmente Márcio Pimentel  e sua equipe por abrir as portas para a AD e permitir que todas estas disputas aconteçam.

As fotos utilizadas nesta matéria foram feitas pelo fotógrafo Igor Terres, e os vídeos por Adriana Sugimoto e Rita Queiroz.

Obrigado a todos da equipe da AD que trabalharam para que este evento fosse um sucesso.

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Em breve uma cobertura da ND2, com os vencedores de classe de tempo, números, vídeos, classificação do campeonato e mais.

E o campeão foi…

12 de Dezembro de 2009

Sérgio Henrique Lucas Fontes, o mineiro mais rápido do sul do Brasil conquistou o bi-campeonato da Associação Desafio, decidindo o título na última etapa contra os irmãos Andreis/equipe GSX e RaFastra Pires/Astra 888.

Alinhamento - Gol Campeão 2009

Fontes veio subindo de posições na tabela ao longo da temporada, sempre se mantendo no grupo de ponta. E isto foi assim até a penúltima etapa em Guaporé, onde ele avançou para a segunda posição e trouxe a decisão para o Open final no Velopark.

Seus adversários eram fortes, a equipe GSX foi para a pista com seus dois carros. Porém na segunda puxada do dia o Eclipse GSX Street teve um problema no final da reta. Incrédulo e decepcionado, Fabio Andreis verificou que se tratava de um problema insolúvel. Mesmo assim, o seu tempo foi bom – bom o suficiente para vencer a classe 12s.

Eclipse GSX Street

A equipe GSX partiu então para o tudo ou nada, e foi para a pista com o GSX Race para fazer o melhor tempo possível, impedindo assim que seus adversários diretos, Fontes e Rafastra, vencessem a classe livre. Em conjunto, o Eclipse Street voltou para a pista, mesmo quebrado, tentando assim ao menos fazer mais uma puxada para pontuar no campeonato e, quem sabe, arriscar uma boa reação para ganhar esta bonificação.

Eclipse GSX Race

O público ficou impressionado, e quem entendeu o que estava acontecendo não pode deixar de reconhecer a persistência da equipe. Mas não foi desta vez… Rafael até conseguiu uma boa reação de 0.046s, mas não foi o suficiente para ser a mais rápida do dia. Já o GSX Race teve problemas de embreagem e não conseguiu virar bons tempos.

Do outro lado estava Rafael Pires “RaFastra”, até então como o carro mais rápido da noite. O Astra 888 cravou três tempos consecutivos de 11.4s nos 402m, com ótimas parciais nos 201m finais e velocidades em torno de 220km/h.  Isto era suficiente para trazer o título ao piloto, ultrapassando seus dois competidores. O piloto venceria a classe livre e ainda seria o mais rápido da noite.

RaFastra Pires

E esta situação se manteve até o último minuto, onde instantes antes de fechar o portão do canal de alinhamento, Sérgio Fontes desceu para a pista com os pneus M/T na frente de seu Gol Turbo. Todos especulavam o que iria acontecer, pois até o momento Fontes não estava conseguindo nenhuma bonificação e vinha perdendo um ou dois pontos por puxada em relação a RaFastra.

Sérgio Fontes - Gol Turbo

E realmente foi surpreendente, o “professor” acelerou o Gol na reta do Velopark, cravando o seu tempo recorde: 11.130s a 220km/h!

Este tempo somado a reação de 0.098s, virou total de 11.228, suficiente para vencer a classe livre, se tornando assim o carro mais rápido do dia. O fechamento do canal impediu qualquer tentativa de reação de seus adversários.

Fontes utilizou estratégia e teve confiança em seu equipamento, na hora em que foi necessário soube tirar o melhor de seu auto e garantiu por méritos próprios o campeonato 2009. É a segunda vez que o mineiro vai levar para casa uma injeção Fuel Tech como premiação, e se consagra como um dos carros mais constantes e rápidos do Rio Grande do Sul, pois enfrentou diversos adversários de qualidade em um campeonato aberto, sem vistorias técnicas, e pela segunda vez em três edições leva o caneco para casa.

Fontes confessou que trabalhou intensamente todos os dias no carro na última semana,  preparando-se para esta prova, e as noites de sono mal dormidas com certeza valeram a pena. A equipe Maranello/DRV/Fontes está de parabéns.

Na segunda posição ficou RaFastra Pires, que somou mais de 54 pontos na etapa, ultrapassando Rafael Andreis que somou apenas 30 pontos devido a sua quebra logo no início. RaFastra leva para casa uma turbina Master Power, e Rafael Andreis leva um jogo de pistão Iasa.

Na quarta posição vem Otávio Bresolin, que com um carro de 15s soube manter a constância ao longo do ano, vencendo sua classe de tempo em algumas etapas e participando de todas provas sempre com a mesma performance. Isto fez com que o piloto fizesse mais pontos que muitos adversários mais rápidos, porém não tão constantes.

Otávio Bresolin

Otávio conseguiu demonstrar no ano de 2009 que o campeonato da AD é bem pensado e traz chances para todos que são competitivos.  Como premiação, leva para casa um jogo de pistão Iasa.

A quinta e sexta posição ainda estão sendo decididas, uma vez que alguns tempos do Maverick GT Turbo de Jean Peluso estão faltando na lista final dos tempos. Até resolver este problema, a classificação final não vai ser divulgada oficialmente.

Esta etapa final também marcou a estréia na pista de alguns pilotos da AD que já faziam parte do grupo mas nunca tinham colocado seus carros na pista. E também o retorno de alguns pilotos que, por problemas no início da temporada, não conseguiram disputar todas etapas do campeonato, como Tiago Dias, ou simplesmente “TD”, com sua Marea Fivetech Turbo pela primeira vez dentro dos 14s nos 402m.

Desde 2006, na época em que a AD realizava suas provas no Sambódromo de Porto Alegre, Pedro Buchabqui já estava no meio participando de diversas formas. Em 2008 ele adquiriu um Astra Sport de baixa, com o intuíto específico de montar um carro de corrida. E após alguns percalços, “Pedrão” finalmente conseguiu colocar seu carro na pista do VP:

Pedro Buchabqui

Classificou-se na repescagem para o TOP16, um bom resultado para a sua primeira participação.

Outro piloto que está envolvido desde 2006 com a Associação Desafio, o fotógrafo Jéferson Saldanha (www.sulracing.com.br) trouxe seu Chevette Tubarão amarelo de Santa Cruz do Sul para participar da última etapa. E Jéferson não fez feio, levou o Chevette turbo aos 13 altos nos 402m e classificou-se para o TOP16 em sua primeira participação.

Jeferson Saldanha - Chevette Turbo

E também, Marcos Anderson “Pistão”, que em conjunto com a Equipe One4Seven montou sua Caravan este ano, acelerou pela primeira vez nos 402m:

Marcos Pistão

No final da noite, os pilotos alinharam para o TOP16, mas infelizmente um dos mais tradicionais competidores no ano de 2009 e um dos poucos que podia competir com Fontes pela 11s, Demétrio Coradi e seu Corsa branco, não puderam alinhar. O auto apresentou problemas no final da tarde. Mmesmo assim Demétrio mobilizou um integrante de sua equipe para buscar um distribuidor em Lajeado.

Demétrio Coradi

E deu tempo! Instaladas novas peças, Demétrio foi para a pista novamente, buscando uma melhor posição na classificação do TOP16. O piloto fez um excelente 60pés e marcou 100m dentros dos 4.9s, uma ótima marca. Porém o carro teve algum outro contratempo no meio da reta e acabou tendo de carregar mais cedo. Mas fica a lembrança da garra do piloto, brigando até o último minuto.

Outro piloto competitivo no TOP16, Jean Peluso decidiu não arriscar depois de ter problemas de transmissão em Guaporé, e optou por não usar os pneus M/T. O piloto travou bons aceleras durante a tarde, mas um contratempo na transmissão instalada às pressas para a corrida fez o piloto ficar de fora do páreo.

Jean Peluso - Maverick GT Turbo

Porém, quem ficou para o TOP16 presenciou alguns dos mais inesperados resultados, mostrando que na arrancada de verdade, Piloto x Piloto, tudo pode acontecer.

Clique aqui para ver a cobertura do último TOP16 do ano, com ótimos carros, muitas novidades e surpreendentes resultados.

A Associação Desafio deseja agradecer todos seus colaboradores e parceiros pela excelente temporada de 2009, que trouxe muitas equipes novas ao grupo, provocando um grande crescimento em qualidade. O nível de todos subiu.

Jaime Kopp por seu excelente trabalho de cronometragem, presente em todas provas da AD desde 2008, sempre com boa vontade e trabalho sério.

Cronometragem

Ao staff do Velopark, que de macacão laranja comprido e luvas, mesmo em um calor de mais de 30ºC, no alinhamento sempre fizeram todo possível para que a competição fluísse da melhor maneira possível.

Staff - Velopark

Aos membros colaboradores da AD, que trabalhando voluntariamente souberam manter o bom nível e organizaram muito – desde campanhas sociais até o TOP16 na pista.

Às equipes que fazem a corrida acontecer, sempre melhorando seus carros, tentando a vitória em cada prova.

No final do dia deu para fazer uma foto com muitos dos que fizeram tudo acontecer.Membros da Associação Desafio reunidos no podium em etapa oficial, durante o inverno de 2009

E principalmente aos patrocinadores e parceiros da AD, que viabilizaram a distribuição de brindes de qualidade aos pilotos e a premiação em cada competição e a premiação final do campeonato.

Agora, o grupo espera pela festa de final de temporada, onde serão entregues os prêmios aos vencedores e o grupo poderá se reunir novamente, antes da primeira etapa depois do verão de 2010.

Aqui os tempos finais dos competidores, disponibilizado no site da Produpark, empresa de Jaime Kopp, responsável pela cronometragem das melhores provas do RS.


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