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Vitória à 180km/h

22 de November de 2010

Quem esteve em Tarumã na Noite do Desafio 3 acompanhou a disputa mais feroz pela vitória já presenciada em competições da Associação Desafio.

Alguns poderiam apostar em uma noite fraca, após três adiamentos consecutivos da prova em função do mau tempo e a coincidência da única data disponível com o início do “feriadão do ano”.

Porém o público e os competidores responderam de forma diferente – três mil pessoas na arquibancada e mais de 100 competidores compareceram na competição que trouxe os melhores tempos até agora em Tarumã.

O tratamento na pista, aplicado duas semanas antes, o novo tratamento aplicado no dia 12 com o composto aderente especial da Luxcis e a condição geral da pista permitiram que muitos carros entrassem em marcas que pareciam impossíveis alguns meses atrás.

Esta condição trouxe a primeira grande disputa da noite – o prêmio de R$ 1.000,00 para o primeiro piloto que conseguisse superar a velocidade de 180 km/h nos 201m da reta de Tarumã.

Para surpresa geral, dois competidores já haviam superado esta velocidade durante as classificatórias – Rafael Andreis (Eclipse GSX) e Márcio “CPEL” Freitas (Fusca AP Turbo).

A regra para arrecadar o prêmio era simples – era necessário duas marcas acima de 180km/h para validar o recorde. A dupla de locutores de Tarumã fez seu trabalho e o público vibrava a cada passada destes competidores, que acabam sempre “dando na trave” – 178 km/h, 179km/h…

Até que chegou o TOP16, ambos pilotos nas primeiras posições. Márcio “CPEL” arranca e vence o Camaro V8 de Diego Zottis (atual líder do campeonato), mas não bate os 180km/h. O próximo é Rafael Andreis, que arranca e vence o carismático Fiat 147 Turbo da equipe Upgrade, mas também não supera a velocidade.

Chevrolet Camaro Z28 em frente ao público

Foto de Orlei Jr., confira mais em sua galeria!

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Nas quartas de final, todos de pé esperando o resultado – e Márcio vence o Chevette Turbo de Igor Mário Dias e leva o Fusca novamente à velocidade de 180km/h em apenas 201m e arrecada a premiação de R$ 1.000,00 que muitos acharam que ia durar umas três ou quatro provas.

Foi sua primeira vitória importante na noite – mas não a última.

A competição de verdade estava acontecendo naquele momento, e parar o carro para comemorar não era uma opção. Logo após, Andreis não se abalou e arrancou novamente vencendo seu duelo das quartas de final, contra Leandro Fraga.

Leandro não competia com seu Gol desde a prova de Guaporé em 2009, mais de um ano atrás. Porém voltou com força, vencendo o belo Chevette de Valdenir de Borba nas oitavas, com o tempo de 8,0 adiantado por uma boa reação.

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Leandro Fraga volta a acelerar com seu Gol - 8,0s de pista

Mas estes não eram os únicos competidores da noite -  havia outros como Alexandre Kroeff, piloto do v8 mais rápido da Associação Desafio, que vem melhorando dois décimos por etapa e deixa todo mundo perguntando até onde ele vai.

Voyage de Leandro Schultz, primeiro carro da foto

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O primeiro duelo das oitavas, contra o Voyage de Leandro Schultz, resultou em vitória para o V8. Nas quartas de final, Kroeff tem de enfrentar o experiente Dimas Lara, que como já é tradicional, estava pilotando seu Chevette.

No duelo da tração traseira, o Ford V8 aspirado leva a melhor em cima do Chevrolet Turbo – segue Kroeff.

O próximo adversário do Maverick, na semi-final, é o Eclipse de Rafael Andreis. O acelera foi acirrado:

Vídeo de Igor Grillo (www.nuautocustoms.com)

Kroeff pula na frente na reação, primeira marcha mantém a diferença com um ótimo tempo nos 20 metros iniciais.

Porém nem mesmo a marca de 7,5 segundos em 201m do V8 é suficiente para garantir a vitória. Da metade da pista em diante, o Eclipse fala mais alto e toma a liderança, conquistando a vaga para a final.

Na outra ponta, o finalista da ND2, Alex Machado vence a sua primeira disputa nas oitavas , se beneficia de uma queima dupla dos seus rivais nas quartas e se vê alinhado com o Fusca de Márcio “CPEL” na semi-final. Alguns problemas no carro de Alex no alinhamento obrigam o piloto a dar ré no carro e partir para o conserto ali mesmo, na pista.

O relógio rodando e a pressão das equipes adversárias e da torcida torna tudo mais difícil, mas mesmo assim Alex deixa o carro redondo e sem problemas para enfrentar o Fusca do CPEL.

O esforço entretanto não rendeu os frutos esperados e Márcio vence, mas não sem dar um show para a torcida, quase perdendo o controle do carro no final da reta, andando de lado a mais de 150km/h na reta de Tarumã. O resultado foi um enconstão na fotocélula externa que mede o tempo dos 100 metros.

Pior para o equipamento da cronometragem, mas o Fusca seguiu intacto para a final.

Na final, novamente os dois adversários se encontram – Márcio “CPEL” (Fusca AP Turbo) e Rafael Andreis (Eclipse GSX). O clima de tensão e os problemas no carro adiaram por cinco minutos o alinhamento dos carros.

Eventualmente, com a pressão da locução e da torcida, os competidores alinham – pista de cima para CPEL, pista do muro para Rafael Andreis. Todos esperando para ver a grande disputa da noite, os dois melhores carros lado a lado, como deve ser.

Na arrancada, Rafael se precipita e acaba queimando, melhor para CPEL, que só precisa completar os 201 metros para sair com a vitória.

CPEL, um estreante na AD, provou que tem talento, equipe e equipamento para vencer – vitória justa para o piloto mais rápido da noite.

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Muitos pilotos se destacaram na ND3, os resultados obtidos nesta prova não foram apenas recordes pessoais, eles embolaram o campeonata da AD, trocando as posições da liderança e mostrando que o piloto que é consistente e tem um equipamento sólido sempre é recompensado.

Clique aqui para ver a classificação do campeonato após a terceira etapa.

Três mulheres aceleraram na ND3, mostrando que a presença feminina dentro da pista é cada vez mais forte.

Vaniza de Almeida participa de sua terceira etapa em Tarumã, e após a ND3, quando venceu a 12,5s subiu diversas posições no campeonato:

Ketlen, da equipe Power Bass trouxe o seu Kadett Turbo para a pista:

E a outra estreante foi Sara Souza, que tomou coragem e acelerou com o seu Fiesta original, para conhecer a arrancada em Tarumã:

A Associação agradece a colaboração de seu pessoal e do Autódromo de Tarumã, este trabalho em conjunto permitiu um tratamento superior da pista, antes e durante a corrida, permitiu também melhorias no alinhamento – menos furos na fila, menor tempo de espera para acelerar e menos riscos de acidentes.

Foto de Orlei Jr, confira mais em sua galeria!

Os pilotos, que vieram de perto e de longe estão de parabéns, fizeram o melhor show possível para a arquibancada – que curtiu de perto uma noite inteira de aceleras e carros preparados, dos mais variados estilos.

Foto de Orlei Jr., confira mais em sua galeria!

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Equipe Litoral Turbos, representando o litoral norte do RS

Pasa, o homem show - sem medo de acelerar

Belo Fusca no TOP16, acabou queimando junto com seu oponente (Maxwel de Oliveira - também Fusca) nas oitavas.

Você pode saber mais sobre a Noite do Desafio 3 nos seguintes endereços:

1320ft

402m

E pode conferir as imagens em nossa galeria de fotos, clicando aqui.

Para os tempos dos competidores, clique aqui.

A próxima Noite do Desafio será especial, seguindo um pedido de muitos participantes, será uma rodada dupla, com corrida na sexta-feira e no sábado. Isto mesmo, dois dias de acelera e com as finais no sábado – mais detalhes em breve.

TOP16 – Noite do Desafio 2

31 de August de 2010

Na madrugada de sábado para domingo os 16 melhores carros e pilotos da ND2 se reúniram no inicio da reta de 201m do autódromo de Tarumã para definir quem seria o grande vencedor da competição.

Como já é tradicional, alguns carros não conseguiram chegar funcionando até o fim da noite, tendo que ceder o lugar para o próximo na lista. Este tipo de competição acaba selecionando os mais rápidos e mais constantes.

Com o número limitado de inscritos e com a cronometragem da Produpark, as classicatórias foram mais organizadas do que na ND1, acabando mais de uma hora mais cedo.

Se na ND1 a qualidade dos carros foi uma surpresa, esperávamos manter este nível na ND2, e a premiação em dinheiro era o combustível para isto. E não deu outra – o melhor grid de 16 carros já formados até hoje, com direito a quebra de recorde dentro da competição.

A premiação funcionou da seguinte maneira: cada vitória dentro da competição levou R$ 100,00, na hora. A vitória na final levou R$ 300,00.

Como disse o anúncio da rádio para a ND2: turbo, nitro, v8 e aspirado. Tinha para todos os gostos, e o torcedor, desde o leigo até o mais especializado, pode se identificar e torcer por algum dos participantes.

A disputa começou assim:

O belo Camaro vermelho novamente estava presente nas oitavas de final do TOP16, desta vez com um tempo melhor do que da ND1. Pista tratada, cronometragem apurada e uma clara evolução dos pilotos em relação a compreensão do grip da pista baixaram os tempos de praticamente todos os participantes.

Diego Zottis não foi diferente e chegou perto dos 8s em 201m com o V8 de 283 polegadas, que não usa pneus especiais de arrancada e tem preparação aspirada.

Mas a vitória foi tranquila de Paulo Rebelo, finalista e segundo colocado na ND1. Ganhou 100 reais e seguiu para as quartas.

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O segundo acelera eliminatório das oitavas de final foi:

O Gol de arrancada de Rodrigo Kingeski classificou-se acelerando na casa dos 8s para o TOP16. Porém, enfrentou o 5° colocado na classificação, Bruno Pianca, que mostrou evolução desde a ND1 e marcou tempo na casa dos 7s.

O Fusca AP Turbo prateado de Bruno foi um dos cinco carros a marcar os 60 pés dentro da casa dos 1,9 segundos nas classificatórias, uma boa marca na reta em aclive de Tarumã.

Segue Bruno para as quartas, com 100 reais no bolso.

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O terceiro acelera eliminatório das oitavas de final foi:

Dois competidores que desceram a serra gaúcha se enfrentaram nas oitavas.

Douglas Carbonera trouxe o seu famoso Opala SS laranja aspirado. Com os pneus de competição o Opala não decepcionou na classificatória e fez 7.9s nos 201m, suficiente para classificar o piloto em quarto colocado.

Seu oponente, Rodrigo Pulita, veio com seu belo Dart branco, calçado com pneu M/T, empurrado por um forte motor v8 e um kit NOS.

Confiram o vídeo do acelera abaixo:

Melhor para o Opala, que venceu a acirrada disputa na pista. Porém problemas mecânicos impossibilitaram que o Opala fosse adiante na competição. Pela regra de quebra o Dodge poderia assumir a sua posição nas quartas.

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O quarto acelera eliminatório das oitavas de final foi:

Este acelera sempre é o mais disputado – o oitavo e o nono classificados são os que tem os tempos mais próximos um do outro. Os carros pouco similares, porém compartilhando a mesma mecânica – AP Turbo.

O Professor Fontes, vencedor do TOP16 da ND1 tinha um tempo total mais baixo e escolheu a pista de cima.

“Passarinho”, ficou na pista do muro. O piloto do Fusca preto melhorou o visual do auto desde a ND1, agora com uma asa traseira sobre o motor e uma sinaleira.

Fontes, apesar de não caprichar na reação, pega na veia e coloca o Gol nos 7,9s, primeiro carro tração dianteira da AD a andar nos sete em Tarumã. Também, o único do dia.

Vence, coloca R$100 no bolso e segue para as quartas, onde deveria enfrentar o Opala de Carbonera. Problemas mecânicos no carro do oponente garantiram vitória por W.O. para Fontes, que com mais R$100 na carteira tem caminho livre até a semi-final.

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O quinto acelera eliminatório das oitavas de final foi:

Um dos carros favoritos do público aparece novamente entre os 16 melhores. Classificado em 3°, Alexandre Kroeff traz seu Maverick branco para o alinhamento. O auto, que parece saído direto de uma arrancada americana impressiona o público com o seu visual, som e performance…e é claro, os burnouts.

O seu oponente nas Oitavas é o impecável Chevrolet Malibu azul de Luciano Senhem, que sem os pneus Hoosier não conseguiu fazer frente ao V8 Ford.

Melhor para Kroeff, que ganha R$100 e segue para as quartas de final.

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O sexto acelera eliminatório das oitavas de final foi:

Gustavo, que se classificou para o TOP16 da ND1 e acelerou mesmo com problemas mecânicos no pequeno Fiat, desta vez fez a lição de casa e trouxe o carro no ponto certo. O auto marcou tempo nas classificatórias na casa dos 8,2s.

Seu oponente, Johelmar Brum, pela primeira vez acelerou em um TOP16. O excelente Gol era um dos poucos dentro do TOP16 sem pneus de arrancada.

Porém, o piloto teve alguma dificuldade que acabou prejudicando sua saída, o que garantiu a vitória tranquila do 147:

Segue Gustavo Stock e o Fiat 147 branco para as quartas de final, com R$100 de premiação.

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O sétimo acelera eliminatório das oitavas de final foi:

O Chevette Hatch AP Turbo preto que acelerou na ND1 voltou com mais força na ND2. O piloto Alex Machado e seu pai comandavam a equipe do auto que marcou tempo de 7.9s nas classificatórias.

O seu oponente nas oitavas é o lindo Passat Pointer vermelho de Gilberto Quadros, preparado pela Overboost. O auto calçado com um par de pneu M/T na dianteira marcou tempo de 8.6s nas classificatórias.

Na hora do rolo, os carros que contam com a mesma mecânica apresentavam um som bem diferente um do outro, mostrando diferenças na preparação.

Problemas ao engrenar a primeira marcha no Passat garantem uma vitória tranquila ao Chevette de Alex Machado, que passa para as quartas de final com R$ 100.

Nas quartas, Alex enfrentaria o Eclipse GSX dos irmãos Andreis. Porém problemas mecânicos no Eclipse deixaram o caminho de Alex livre até a semi-final, e com isto, ganhou mais R$ 100,00 pela vitória por W.O.

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O oitavo acelera eliminatório das oitavas de final foi:

A equipe GSX voltou ao TOP16 classificando o carro de Rafael Andreis com o tempo de 7,7s de pista somados a .771 de reação, o que colocou o piloto em sexto.

Cotados como um dos favoritos, enfrentaram o Gol Turbo de Dionatan Cantarelli, que marcou tempos de 8.6s nas classificatórias.

O piloto do Gol teve uma reação melhor, mas o Eclipse pulou na frente na saída, o que deve ter tirado a concentração do Dionatan que não conseguiu repetir o tempo das classificatórias.

O Eclipse assumiu a frente e venceu a corrida com o tempo total de 8,7s, mas problemas mecânicos no auto impediram a equipe de prosseguir na competição.

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Quartas de final:

Com dois dos classificados fora de combate nas quartas, a disputa na pista ficou entre Paulo Rebelo x Bruno Pianca e Alexandre Kroeff x Gustavo Stock.

Bruno teve problemas no carro logo na arrancada, o que acabou facilitando a vida de Paulo Rebelo, que ganhou mais R$100 e se classificou para a semi-final.

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O outro acelera eliminatório das quartas foi:

Dois favoritos do público se enfrentaram na pista. Com preparações completamente diferentes, os números indicavam que Kroeff era favorito com o Maverick.

A disputa, no vídeo abaixo:

Melhor para o V8, que garante mais R$ 100 para Kroeff e uma vaga na semi-final.

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Semi-final:

A semi-final pegou fogo na pista, com direito a quebra de recorde e disputa sendo decidida nos 50m finais.

Na ND1 este duelo aconteceu na final, e quem levou a melhor na ocasião foi o professor Sérgio Fontes, faturando o primeiro TOP16 realizado em Tarumã.

Agora na ND2, além da experiência, o bi-campeão Fontes tinha acabado de marcar o seu recorde em Tarumã, entrando na casa dos sete.

Porém Paulo Rebelo não estava disposto a perder novamente, e vinha das quartas com o tempo de 7,2s de pista.

Mas esta competição não requer apenas bons tempos na pista, requer um carro constante e um piloto com boas reações.

Os dois meses desde o último confronto deixaram Paulo afiado, os 0,072 segundos de reação precederam o novo recorde da AD para 201m: 6,898 de tempo de pista.

Uma vitória fulminante para Paulo, que segue com confiança para a final, com mais R$100,00 no bolso.

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O outro acelera da semi-final foi:

Ambos carros tinham o melhor tempo de 7,9s de pista. Kroeff, que vinha de um tempo mais baixo, escolheu a pista de cima. Alex Machado deu uma vacilada, mas logo foi para a pista do muro e preparou o Chevette.

Vejam no vídeo o resultado:

Como disse o experiente narrador Perna – custou a vitória. Alex Machado pulou na frente na reação, mas o Maverick chegou a ultrapassar de segunda. Ao colocar a terceira, a vitória foi para o Chevette, que recuperou a frente no erro do adversário.

Mais R$100 para Alex e a final contra Paulo Rebelo.

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FINAL:

Pela primeira vez no TOP16 os oponentes da final tem o mesmo carro. E a maior coincidência – ambos AP Turbo. Se a final só de Chevette foi uma surpresa para muitos, não foi para Paulo e sua equipe, que trabalharam forte no acerto do carro nas semanas antes da competição.

Alex, que não chegou a entrar no TOP16 da ND1, estreou com sorte, mas os seus tempos mostram que o equipamento tem o que precisa.

Vídeo da final, que valeu mais R$ 300,00 ao vencedor e mais R$100,00 ao segundo colocado:

Alex foi para o tudo ou nada e acabou queimando a reação, entregando a vitória para Paulo, que não tirou o pé e fez mais uma arrancada de deixar o pessoal de cabelo em pé na beira da pista. Não conseguiu repetir o melhor tempo, o Chevette acabou tendo um problema de junta segundo a equipe.

Vitória merecida de Paulo e equipe, que levaram R$700,00 para casa de premiação, um troféu especial do Racha Tarumã e a tradicional biela de alumínio, usinada em torno CNC pela SMARTTECH, desta vez anodizada em dourado.

Confiram quanto cada piloto levou de premiação para casa no TOP16:

Alex Machado, R$ 400,00.

Alexandre Kroeff, R$ 200,00.

Sérgio Fontes, R$ 200,00.

Gustavo Stock, R$ 100,00.

Rafael Andreis, R$ 100,00.

Bruno Pianca, R$ 100,00.

Para conferir todos os vídeos do TOP16 em sequência, basta clicar neste link do playlist:

http://www.youtube.com/user/associacaodesafio#p/c/4451E89B61D25549/0/CQJmP3wJwH8

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A Associação Desafio agradece a todos os participantes do evento, que tiraram os carros das garagens e oficinas e colocaram para derreter na pista.

Agradece a presença em massa do público pela segunda vez consecutiva, que mesmo em uma noite fria (menos de 10c°) lotou o autódromo – novo recorde de público no ano de 2010.

Agradece ao Autódromo de Tarumã, principalmente Márcio Pimentel  e sua equipe por abrir as portas para a AD e permitir que todas estas disputas aconteçam.

As fotos utilizadas nesta matéria foram feitas pelo fotógrafo Igor Terres, e os vídeos por Adriana Sugimoto e Rita Queiroz.

Obrigado a todos da equipe da AD que trabalharam para que este evento fosse um sucesso.

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Em breve uma cobertura da ND2, com os vencedores de classe de tempo, números, vídeos, classificação do campeonato e mais.


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