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ND3 – Noite do Desafio 3

25 de September de 2010

Está marcada a data da Noite do Desafio 3: será em 22 de outubro, sexta-feira. O evento será válido pela terceira etapa do Campeonato da Associação Desafio.

Caso chova, o evento será transferido automaticamente para a sexta seguinte, dia 29 de outubro.

O clima mais ameno do final de outubro deverá ser um contraste com as duas etapas anteriores, realizadas em noites frias.

A programação básica do evento, que ainda pode sofrer alterações, é esta:

19:00 horas: abertura das inscrições
20:00 horas: abertura dos treinos livres
22:00 horas: Início das baterias classificatórias
Após: TOP16®
Após: Show de manobras da cadeira elétrica, com Pimentel e Marqueti.

Em breve disponibilizaremos no site a programaçao completa e definitiva do evento.

Cronometragem:

Repetindo o sucesso da ND2, a cronometragem vai ficar a cargo da Produpark, novamente oferecendo o serviço completo: parciais de 60 pés e 100m, tempo total dos 201m e velocidade final, todos resultados disponíveis na hora para as equipes, através do placar eletrônico no pinheirinho.

Além disto, um telão irá exibir os resultados ao vivo para a arquibancada poder acompanhar quem é o vencedor no final da reta.

Para os pilotos, novamente serão impressos os tickets, ou timeslips, com todos os resultados de cada acelera, porém a impressora deverá ficar em um lugar mais acessível.

Um problema verificado nas duas etapas anteriores, a fila na hora da inscrição, deverá diminuir na ND3. Para isto terá um número maior de pessoas trabalhando nesta área e a agilização de alguns processos.

A experiência das etapas anteriores trouxe modificações no alinhamento. Um cordão de isolamento para os pares subirem alinhados até o pinheirinho deverá agilizar as arrancadas e impedir que competidores furem a fila.

A pista receberá um tratamento mais extensivo que na ND2, com o composto aderente da Lucxis Química, que será aplicado mecanicamente por um borrifador de alta pressão, horas antes do evento.

Para os novatos, será distribuído um guia para o alinhamento, para ninguém ter dúvidas na hora da arrancada.

Inscrições:

O custa da inscrição será R$ 10,00 por competidor, com direito a dois acompanhantes.

O número de inscritos será novamente limitado. Desta vez, em 180 participantes, sendo 150 pela internet – no site da AD – e 30 reservadas para o dia do evento, no autódromo.

As inscrições antecipadas abrem nesta semana no site.

Ingressos:

O ingresso para o público será R$ 10,00 por pessoa, com acesso total à arquibancada e área de boxes.

Crianças até 12 anos não pagam ingresso.

ATENÇÃO – Será expressamente proibido estacionar na parte interna dos boxes carros que não estão na competição.

Esta medida é necessária para deixar o caminho livre para quem está na competição. Impedimentos no livre trânsito do box prejudica o espectador na arquibancada, acabando por deixar o evento tedioso para todos.

Premiação:

Novamente teremos a premiação oferecida pelos patrocinadores da Associação Desafio para os vencedores de cada nível de tempo, desde a livre até a 12s.

Outra grande novidade será a estreia da premiação em dinheiro para a performance dos competidores no início e no final da pista.

Um valor de R$ 1.000,00 já está disponível a partir da ND3 para o piloto que ultrapassar a marca de 180 km/h em 201m.

Caso ninguém ultrapasse esta marca, o prêmio ganhará um reforço na próxima etapa.

Outro fundamento do esporte arrancada também terá premiação em dinheiro para o melhor competidor.

O primeiro piloto que fizer a primeira parcial – 60 pés (18 metros) – em 1.5s ou menos ganhará R$ 500,00. Esta premiação também é cumulativa.

Porém, é importante lembrar que nos dois casos, tanto o tempo como a velocidade, precisam ser marcados no mínimo duas vezes para validar o recorde e assim receber a premiação.

Destas duas, uma pode ser no treino e pelo menos uma, necessariamente, durante a competição (classificatórias ou eliminatórias).

Box:

A distribuição de box funcionará da mesma forma que nas etapas anteriores, com prioridade para as equipes, os pilotos que vêm do interior, e com os carros em carretas.

TOP16®

Repetindo o sucesso da fórmula utilizada na ND2, o TOP16® terá premiação em dinheiro para cada vitória e para o vencedor final.

Após a classificação, cada vitória dentro do TOP16® será remunerada com R$ 100,00 em dinheiro, na hora.

O piloto vencedor volta para a disputa na reta, na frente do público e recebe os R$100,00.

A final vale R$ 400,00 para o vencedor.

Com as medidas tomadas para agilizar o evento, o TOP16® deverá acontecer mais cedo que na ND2.

Mais

A administração de Tarumã também aumentou a segurança, e agora a prova terá duas equipes de paramédicos de plantão para garantir a segurança durante uma emergência.

Outra medida adotada para trazer mais conforto e facilidade para os competidores será a abertura da bomba de álcool do autódromo para quem está competindo.

Serão disponibilizados até 30 litros de etanol para cada piloto que necessitar. Isto facilita para quem tem a problemática tarefa de transportar combustível em galões, o que pode causar muitos problemas.

Uma reivindicação de muitos pilotos também será atendida, e quem desejar pesar o carro na balança do autódromo, terá acesso a este serviço gratuitamente.

A AD e a organização do Racha recomendam aos competidores que cheguem cedo ao autódromo para poderem desfrutar de todas as oportunidades que o evento oferece.

Com o desenvolvimento das ND, já será possível cumprir os horários programados principalmente com o objetivo de fazer coincidir o auge da competição com a maior presença do público.

Em breve mais detalhes sobre a ND3. Segunda-feira, as 23 horas abrem as inscrições antecipadas no site, para facilitar a vida dos pilotos.

TOP16 Noite do Desafio

6 de July de 2010

A Noite do Desafio foi um sucesso em número de inscritos e público, mas algo ainda não foi mencionado – a qualidade dos competidores.

O TOP16 foi uma prova disto, colocando lado a lado os dezesseis melhores da noite em uma disputa mata-mata até sobrar apenas um vencedor.

A disputa começou assim:

O tempo mais rápido da noite pertencia ao Chevette Hatch de Paulo Rebelo, que no primeiro confronto enfrentou o bonito Camaro V8 de Diego Zottis, que se classificou em 16° e já havia participado do último TOP16 de 2009, realizado no Velopark.

Porém foi uma vitória tranquila do estreante em TOP16, Rebelo, que não poupou equipamento e saiu derretendo reta acima para alegria do público presente no autódromo, quase quatro horas da manhã.

No segundo acelera foi a vez de Sérgio Fontes colocar o Gol#96 na pista para a primeira briga, também vencendo sem grande dificuldade o valente Voyage turbo de Leandro Shultz, que se classificou em 15°.

O terceiro acelera das oitavas de final foi entre o Maverick V8 de Alexandre Kroeff e o Fusca AP de Ariano Avila.


O caprichado Fusca, que veio de longe, não conseguiu impedir a vitória do Maverick, que já havia conquistado a torcida com os belos burnouts realizados antes de cada arrancada, derretendo sem piedade os pneus Hoosier.

O quarto acelera mostrou a força do Fusca AP Turbo de Leonardo Flores, que se classificou em sexto na geral. Ele enfrentou o Gol Turbo da equipe Maranelo/268 Club, pilotado por Anderson Brasil.

Vitória do Fusca preto fosco de Leonardo, que passou para as quartas.

Após foi a vez de Dimas Lara Jr., tradicional piloto da arrancada gaúcha, alinhar o seu Chevette Turbo lado a lado com o Fusca AP do “Véio” Marco Zucoloto. Se o acelera acabou não oferecendo a dificuldade imaginada a Dimas, ofereceu muita adrenalina a Marco, que acabou escapando de traseira no início da reta, ficando com o Fusca de lado na reta de Tarumã, de frente para a arquibancada.

Mas Marco manteve o sangue frio e seguiu com o pé no fundo, alinhando o carro na pista de Dimas, e seguiu acelerando no vácuo do Chevette, para delírio do público.

Depois da emoção do acelera anterior, foi a vez da controvérsia tomar conta do alinhamento. No acelera entre Luciano Guimarães (Fusca Turbo) e Felipe Fontes (Montana Turbo), o bom Fusca vermelho era o favorito, pois vinha classificado com um tempo um pouco melhor.

No início tudo certo, escolha de pista para Luciano, ambos pilotos alinham, arrancam, nenhum queima e a Montana abre uma pequena distância do Fusca.

Após sumirem na descida da reta, todos correm para a cronometragem para confirmar o resultado e eles informam que um problema no computador acabou não salvando os tempos de cada piloto…aí começa uma pequena controvérsia entre as equipes, que durou alguns minutos até que Luciano retorna do final da reta e confirma que passou um pouco atrás da Montana.

Vitória para Felipe Fontes, que já tem uma boa experiência em TOP16 e este ano parece decidido a “ir para as cabeças”, mostrando uma boa performance com a Montana.

No sétimo acelera, volta ao TOP16 depois de quase um ano, outro tradicional piloto da arrancada gaúcha: André Pinzon e seu inseparável Fusca 66. Seu oponente é um novato em TOP16, Henrique Corbacho, pilotando uma impecável Marajó Turbo, de cor vermelha, da equipe “Gordinho Racing”.

Quem levou a melhor foi Pinzon, que passou para as quartas, vencendo o acelera VW x GM da velha escola.

Para finalizar a primeira fase, se enfrentaram Gustavo Stock e o famoso Fiat 147 Turbo Nitro versus Luciano Sehnem, piloto do Chevelle Malibu azul, que assim como a equipe One4seven já acelerou em Santa Cruz do Sul, Velopark e Tarumã.

O bonito Malibu, calçado com pneus slick acabou levando a melhor, eliminando o favorito 147.

Quartas de final:


Rebelo continuou acelerando forte o Chevette Hatch vermelho, criando uma marca registrada no alinhamento: as labaredas de fogo que saíam do escape virado para cima, no final do capô do carro.

Desta vez o oponente foi o experiente André Pinzon, que brigava com um vazamento de compressão nos cabeçotes de seu Fusca.

Melhor para Rebelo, que venceu mais uma com o pé no porão e seguiu para a semi-final.

No combate seguinte, Luciano Sehnem alinhou o gigante Malibu lado a lado com o Gol de Sérgio Fontes, que novamente vinha crescendo na disputa.

O veterano em TOP16 não hesitou e acelerou forte, eliminando o V8 da competição.

Depois disto, Alexandre Kroeff se vingou para a turma do V8 – com seu Maverick eliminou o irmão de Sérgio, Felipe Fontes e sua forte Montana Turbo.

Mas não foi uma briga fácil, os pilotos arrancaram lado a lado e assim ficaram até a terceira marcha. Segue o Maverick para a semi-final, com apoio da torcida que vibra em cada rolo do piloto Alexandre Kroeff.

A última disputa das quartas foi entre o Chevette de Dimas e o baixíssimo Fusca de Leonardo Flores, que assim como Rebelo é cobra criada do Racha Tarumã.

A experiência de Dimas no pinheirinho colocou o Chevette um carro inteiro na frente na hora do pulo, foi uma reação magnífica. Mas o tempo mais baixo do Fusca acabou prevalecendo, e ele chegou na frente no final da reta.

Semi-final:

A semi-final foi emocionante, colocou dois pilotos tradicionais do Racha um contra o outro, e dois pilotos tradicionais da AD e já experientes em TOP16 um contra o outro também.

Paulo Rebelo alinhou o Chevette Hatch com o Fusca do Leonardo, para uma emocionante disputa. O Hatch pulou na frente, mas o Fusca manteve a distância, acelerando forte. Porém nem todas as faíscas e chamas que saíam de trás do Fusca foram suficientes para emparelhar novamente, vitória de Rebelo, que passou para a final, em sua estréia em TOP16.

No outro confronto, dois rivais que já se conhecem: Sérgio Fontes e Alexandre Kroeff. Um ano e meio atrás, ambos pilotos se encontraram na final do primeiro TOP16 da AD. Na ocasião, quem levou a melhor foi Fontes, por centésimos de segundos.

Agora, muitas provas depois, os dois carros estão mais de um segundo mais rápidos, em um nível excelente. Porém uma coisa que não mudou para ambos foi a confiabiliade – os dois chegam na semi-final sem nada para resolver, equipamento 100%.

Escolha de pista para Fontes que se classificou melhor, novamente burnout espetacular de Kroeff. Após rápido alinhamento do Maverick o Gol lentamente interrompe o sinal da fotocélula, dando sinal para o pessoal da cronometragem dar o start para a disputa.

Desce o pinheirinho e os pilotos arrancam lado a lado, permanecendo assim até o final reta, marcha por marcha. Para saber quem ganhou, somente com o auxílio da cronometragem, que informou vitória para Fontes, novamente por alguns centésimos.

Final:

A final foi uma disputa entre dois carros que tinham duas semelhanças: motor ap e pneu M/T….e só isto! Um carro tração traseira, com chassis GM e motor VW encarou o campeão de 2009, o GOL#96 de Sérgio Fontes na final do primeiro TOP16 realizado na reta de Tarumã.

E a escolha de pista pertencia ao piloto do Chevette, que se classificou com um tempo melhor para o TOP.

Pista da arquibancada para Rebelo, pista de dentro para Fontes, que alinha o auto sempre com o apoio do pessoal da equipe Maranello. Na reação, vantagem para Fontes, que assim como Dimas fez, coloca o carro na frente do Hatch de Rebelo.

Mas o Chevette é um verdadeiro canhão arrancando, no pulo ele recupera a reação e ainda coloca o bico do carro na frente do Gol na segunda marcha. A partir daí ambos vão lado a lado e as sinaleiras somem na descida da reta.

Todo mundo corre para a cronometragem, e o pessoal de Tarumã ainda incrédulo, anuncia vitória do Gol do Fontes, por uma diferença muito pequena:

Tempo total (pista + reação) Gol: 8,297s

Tempo total (pista + reação) Chevette: 8,325s

Parabéns Sérgio Fontes, levou para casa mais uma vez a biela billet da Smarttech, troféu que simboliza toda a qualidade necessária para se vencer um TOP16. É uma obra de arte mecânica, esculpida em alumínio por um centro de usinagem CNC de última geração.

Recebeu também, de premiação um par de sapatilhas de competição 38s, oferecidas pela Full Turbos e um troféu do Racha Tarumã.

Rebelo, que surpreendeu a todos com o Chevette Hatch, levou para casa um par de luvas de competição e uma balaclava, oferecidos pela Full Turbos.


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